Exposição

Prémio FLAD de Desenho 2026

22 Oct 2026 -
31 Oct 2026
o artista
Fundação Luso Americana Para o Desenvolvimento

A Sociedade Nacional de Belas-Artes convida a visitar a exposição dos finalistas do Prémio FLAD de Desenho 2026, integrada na Drawing Room Lisboa e patente na Galeria Pintor Fernando de Azevedo da SNBA.

O artista Eduardo Matos foi o vencedor desta edição, distinguido por unanimidade pelo júri pela forma como articula o desenho com a experiência vivida do bairro da Mouraria, em Lisboa, explorando as relações entre tempo, espaço e transformação social.

A exposição reúne as propostas dos cinco artistas finalistas, dando a conhecer diferentes abordagens contemporâneas ao desenho e a diversidade de práticas que marcam esta edição do prémio:

 

Eduardo Matos

Nascido no Rio de Janeiro, Brasil, em 1970, vive e trabalha em Lisboa. Cresceu na cidade do Porto, onde estudou e iniciou a sua atividade profissional como artista em 1999. É editor do Inland Journal e curador de diversos projetos. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e membro fundador do Salão Olímpico.

Catarina Real

Nascida em Barcelos, em 1992, Catarina Real trabalha na intersecção entre a prática artística e a investigação teórica nos campos expandidos do desenho, da escrita e da coreografia. Os seus projetos exploram formas de pensar e construir modos de vida mais coletivos, cruzando criação artística, pensamento crítico e investigação.

Inez Teixeira

Nascida em 1965, vive e trabalha em Lisboa, onde desenvolve um percurso artístico exposto regularmente desde a década de 1990. O seu trabalho centra-se na pintura e no desenho, explorando temas como o tempo, a transitoriedade e o vestígio. Na sua obra, a natureza surge como um espaço privilegiado de experiência e reflexão.

Rudi Brito

Licenciado em Artes Plásticas pela ESAD, mudou-se para Glasgow em 2013, onde integrou a cena artística local, regressando a Lisboa há seis anos. O seu trabalho explora o etéreo e o vulnerável através da utilização de materiais que propõem uma aproximação ao desenho que recusa a sua herança técnica.

Tomás Cunha Ferreira

Vive e trabalha em Lisboa. A sua prática propõe zonas de desvio e circulação livre entre pintura e palavra, desenho e som, tomando os conceitos de “quasepintura” e “quasepalavra”, formulados pelo monge e poeta concreto Dom Sylvester Houédard, como forma de leitura de diferentes formatos e suportes.

 

Exposição patente de 22 a 31 de outubro.
Entrada livre.

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