Workshop

Ciclo Grandes Lições

14 Out 2022
25 Nov 2022
Corpo Docente
PIN - Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea
Local
SNBA

Sobre o Workshop

CICLO GRANDES LIÇÕES

A PIN, em parceria com a SNBA, apresenta um ciclo de grandes lições sobre temas diversos.

Sexta-feira 18h às 19h/19h30

Historiadores, professores, investigadores, curadores, artistas visuais, joalheiros e designers, na sua maioria membros honorários da PIN, falarão de alguns aspetos da sua investigação teórica e da sua prática.

 

14 de outubro

Sem Título

 

Fernando Brízio (Angola, 1968) é licenciado em Design de Produto pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, cidade onde vive e trabalha. Tem desenvolvido objetos produzidos industrialmente e series limitadas, para além de exposições, cenários e espaços interiores para entidades como Droog, Materia/Amorim, experimentadesign, Nike, Adidas, Fábrica Bordallo Pinheiro, Il Coccio, Atlantis Vista Alegre, Museu de Serralves, Cristina Guerra Contemporary Art, Marz Gallery e Galerie Kreo, PIN, entre outras. O seu trabalho, muitas vezes independente de comissões, tem desafiado fronteiras disciplinares e é regularmente exibido e publicado internacionalmente. A lecionar na ESAD desde 1999, Brizio foi já professor convidado em várias escolas, incluindo a ECAL- École Cantonale d’art in Lausanne, a HFG-Karlsruhe University of Art Design e a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Participou também em grupos de jurados e palestras em Portugal e no estrangeiro. A sua obra faz parte das coleções permanentes do MUDE – Museu do Design e da Moda, Coleção Francisco Capelo, Lisboa, e do IMA – Indianapolis Museum of Art, entre outras. É, desde 2019, membro honorário da PIN.

 

21 outubro

Da oficina à exposição espanto, dúvida e descoberta

 

Laura Castro é doutorada em Arte e Design pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2010) e mestre em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1993). Diretora Regional de Cultura do Norte, é professora na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, de que foi diretora entre 2013 e 2017, e investigadora do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes da mesma Escola. Entre o início da década de 1990 e 2006, trabalhou no sector cultural. Publica regularmente sobre arte, património e museus. É membro da APHA – Associação Portuguesa de Historiadores de Arte e da AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte. Presidiu, entre 2015 e 2021, à direção do Círculo de Cultura Teatral/Teatro Experimental do Porto.

 

28 0utubro

Ourives

 

Filomeno Pereira de Sousa (Porto, 1949) iniciou, em 1965, a sua formação profissional em joalharia. Desenvolveu a sua atividade profissional como 1.º Oficial de Joalharia em Casablanca (1974-1979), no Rio de Janeiro, (1977-1978) e em Lisboa (desde 1981). Está matriculado na Contrastaria de Lisboa e é sócio da Associação Portuguesa da Indústria da Ourivesaria. É reconhecido como 1.º Oficial de Joalharia pela Associação dos Industriais de Ourivesaria e Relojoaria do Norte e Associação Portuguesa da Indústria da Ourivesaria (1997). Iniciou o seu percurso pedagógico no Ar.Co, em Lisboa, no ensino técnico de joalharia (1982-1989). Desenvolveu a sua formação artística em cursos com Anne Carter, Thomas Gentille, Terry Davidson, Hans Leich e Harold O´Connor (1984-1997).

Fundou a Contacto Directo – Escola de Joalharia em Lisboa (1988) e Porto (2008), onde lecionou as disciplinas de Técnicas Oficinais e de Projeto entre 1989 e 2009. Lecionou resinas epóxicas na Escola Massana em Barcelona (1989) e colaborou na conceção dos programas de joalharia para o Centro de Joalharia do Porto (1997), a Escola Artística de Soares dos Reis no Porto (1995) e a Escola Artística António Arroio em Lisboa (2006). Participou como júri em vários concursos de joalharia nacionais e internacionais. Expõe individualmente desde 1987 e participa em exposições coletivas desde 1983 em Portugal e no estrangeiro.  É, desde 2004, membro honorário da PIN.

 

4 novembro

Joalharia Contemporânea em Portugal – artistas e contextos

 

Cristina Filipe (Lisboa, 1965) é doutorada em Estudos do Património pela Universidade Católica do Porto – Escola das Artes (2018) e investigadora do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes da mesma Escola. Mestre em Artes e Design pelo Surrey Institute of Art & Design (2001), com bolsas da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e da Fundação Calouste Gulbenkian, respetivamente. Estudou joalharia no Ar.Co (1984-1987), Gerrit Rietveld Academie (1987-1988) e no Royal College of Arts (1992). Foi docente no curso de joalharia do Ar.Co (1989-2015), que dirigiu entre 2004 e 2015, e no da ESAD, Matosinhos (2001-2007) e foi professora convidada em múltiplas escolas internacionais. Recebeu o Susan Beech Mid-Career Artist Grant do Art Jewelry Forum (2017) para a realização do livro Joalharia Contemporânea em Portugal. Das Vanguardas de 1960 ao Início do Século XX (2019). Expõe internacionalmente desde 1984. É, desde 2005, programadora e curadora de exposições de arte, simpósios e colóquios. Foi a criadora da Bienal Internacional de Joalharia Contemporânea, cuja primeira edição teve lugar em Lisboa em 2021. Fundou e é presidente, desde 2004, da direção da PIN – Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea.

 

11 novembro

História do Traje da Antiguidade ao início do século XX 

Madalena Braz Teixeira (Lisboa, 1938) licenciou-se em Ciências Históricas e Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É mestre em História de Arte pela Universidade Nova de Lisboa e doutorou-se em Museologia na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, em Lisboa, 2018. Foi Técnica Superior, entre 1976 e 1980, no Museu Nacional do Traje, chefe de Divisão do Instituto Português do Património Cultural e, entre 1983 e 2008, diretora do Museu Nacional do Traje. Foi docente de algumas Universidades de Lisboa e do Porto, tendo igualmente participado nos mestrados de museologia e museografia da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, em 2000. Programou quinhentas e dezasseis exposições com duzentas e cinquenta e cinco publicações, entre desdobráveis e catálogos. É autora de diversa bibliografia sobre história e estética do traje, bem como sobre museologia com destaque para Do Objeto ao Museu, 1983, Os Primeiros Museus Criados em Portugal, 1984, O Brinquedo Português, 1987, Traje Erudito, 1987, Traje Império e a Sua Época, 1993, Trajes Míticos da Cultura Regional Portuguesa, 1994, Traje de Noiva, 1996, Moda do Século, 2000, Roteiro do Museu Nacional do Traje, 2005, O Triunfo da Joalharia, Caleidoscópio, 2007 e Um Percurso Exploratório no Museu Nacional do Traje 1983-2008 (no prelo). A sua autobiografia foi editada pela revista Faces de Eva, Universidade Nova de Lisboa, n.º 7, Lisboa, 2002. É, desde 2004, membro honorário da PIN.  

 

18 novembro

The Dance of the Peacock

Jóias e objectos de culto da índia tribal – partilha de uma experiência 

Tereza Seabra (Alcobaça, 1944) estudou joalharia no Craft Institute of America (1969-1970) e no 92Y Centre (1970-1975), em Nova Iorque, sob a orientação do Professor Thomas Gentille, tornando-se sua assistente. Simultaneamente, trabalhou no estúdio de Robert Kulicke e Hiroko Swornick. Em 1975, parte de Nova Iorque e vai para Hamburgo, na Alemanha, onde faz uma pós-graduação, de um ano, em joalharia, na Hochschule Für Bildende Künste, e trabalha como assistente na Galeria Silbermine na mesma cidade. Em 1978, regressa a Portugal e é convidada a fundar o primeiro curso de joalharia contemporânea em Portugal, no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa, do qual foi responsável até 2004. Em 1984, abre em Lisboa, juntamente com Alexandra Serpa Pimentel e Pedro Cruz, a primeira galeria de joalharia contemporânea em Portugal, a Artefacto 3. Em 1998, a galeria muda o seu nome para Galeria Tereza Seabra, espaço que dirige até hoje. Foi curadora de várias exposições e expõe, desde 1975, em Portugal e no estrangeiro. Foi bolseira da Fundação Oriente para um projeto de investigação que leva a cabo na Índia, nos estados de Chhattisgarh e Orissa, onde estuda e cataloga a joalharia tribal e rural destas regiões (2012). É, desde 2004, membro honorário da PIN.

 

25 novembro

A prática do Não 

Treino e experimentação na formação artística o caso do Ar.Co 

Conversa com Manuel Costa Cabral e Manuel Castro Caldas moderada por Cristina Filipe.

 

 

7 Lições

150,00€

120,00€ (membros PIN e SNBA)

 

Avulso

25,00€

20,00€ (membros PIN e SNBA)

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